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Medicinas
Ayahuaska Sagrada
 
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Ayahuaska sendo preparada
Ayahuaska sendo preparada

Chacrona (Psicotria viridis)
Chacrona (Psicotria viridis)

Jagube (Banisteriopsis caapi)
Jagube (Banisteriopsis caapi)

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Nome: Ayahuaska
Nome científico: Chacrona (Psicotria viridis) e Jagube (Banisteriopsis caapi)
Classificação Xamânica: Planta Mestra Professora
Origem: Bacia Amazônica - Brasil
Substâncias ativas: DMT (Dimetiltriptamina) e alcalóides imobilizadores da M.A.O. (MonoAmina Oxidase).
Nomes mais conhecidos: Ayahuaska, Huasca, Oaska, Santo Daime, Vegetal, Santa Luz e Vinho das Almas


Ayahuaska é um preparo medicinal de origem indígena, classificada como Bebida Sagrada Ancestral. Seu feitio é realizado através de 4 ingredientes naturais: água, fogo, cipó (Jagube) e folha (Chacrona), dentro de um contexto ritual e espiritual, onde cânticos, rezas e orações são realizados durante todo seu preparo.

Segundo os índios amazônicos a folha representa a Luz, o cipó a Força, a água a Cura e o fogo a Transformação. Qualquer outro ingrediente, não se trata de Ayahuaska, e sim de outra bebida.

Seu uso ritual vem sendo realizado desde tempos imemoriais e há milênios é utilizada como meio de acessar o Mundo dos Espíritos, para obter cura, milagres, ensinamentos, orientações e transformações significativas na vida de quem a consagra, desde que siga sua dieta com fé, amor e dedicação.

Ayahuaska é uma bebida psicoativa, de poder espiritual milagroso que cura doenças do corpo e da alma. Ela é feita pela cocção de duas espécies vegetais distintas e utilizada atualmente em cerimônias xamânicas ou rituais religiosos e místico-espirituais.

Inicialmente era usada pelos nativos amazônicos em rituais de cura espirituais para chamar os espíritos curadores das matas. Seu culto de adoração é milenar, já era usado pelos ancestrais "Incas" após "Huayna Cápac" e cultuado pelos nativos andinos, logo depois pelos caboclos acreanos, bolivianos e peruanos, os povos da floresta amazônica.

Uma das plantas é a liana, cientificamente denominada Banisteriopsis caapi, e a outra é um arbusto da família das rubiáceas denominada Psychotria viridis. Em "Quéchua", língua nativa dos "Incas", as plantas são conhecidas como "Mariri" (Jagube na floresta amazônica), o nome da liana, e "Chacruna" ou "Chacrona", o nome do arbusto. Na mesma língua o nome da bebida é "Ayahuaska", o vinho dos espíritos, das almas, dos mortos ou dos ancestrais.

A bebida é feita das duas plantas postas em maceração ou cozinhadas, com diversos graus de apuro e concentração. As plantas são conhecidas por várias outras denominações por estar sendo usada desde tempos imemoriais numa área extensa e por diversas nações indígenas separadas por grandes distâncias, diferenças culturais e idiomáticas. São conhecidos pelo menos quarenta e dois nomes indígenas para esta poção usada por pelo menos setenta e duas tribos indígenas da bacia Amazônica.

O efeito desta Bebida Sagrada, quando ingerida, é como se fosse aceso um grande candelabro sobre a alma, iluminando-a, tornando possível ver a verdade material e espiritual, abrindo um portal de revelações interiores e mirações de um mundo encantado de cores de luz em uma outra dimensão. É a harmonia entre o homem e a natureza, a união do animal com o vegetal que transmite a ciência e a sabedoria do Grande Espírito.

A antiguidade do uso da Ayahuaska se perde na pré-história. De uma utilização regional milenar, centrada na Amazônia Ocidental, seu uso tem modernamente se expandido em toda a América do Sul, primordialmente, graças à preservação do uso pelos indígenas e mestiços, apesar da incessante repressão cultural desde os primórdios da colonização Brasileira. Muito do que se pratica e conhece sobre Ayahuaska vem da observação e conhecimento empírico acumulado pelos indígenas.

O uso dessas plantas pelos mestiços em geral acontece dentro do contexto da etnomedicina e segue os princípios gerais do uso tradicional dos nativos (uso xamânico) com modificações e acréscimos atinentes aos diversos sistemas de crenças religiosas importados junto com a colonização, principalmente: espiritismo, cristianismo, maçonaria e cultos africanos.

O impulso inicial em direção a uma expansão mundial da utilização da Ayahuaska se deu graça ao interesse geral por assuntos etnológicos e à expansão dos grandes movimentos religiosos sincréticos do Brasil, organizados em torno da utilização da Ayahuaska como sacramento, sendo os maiores o "Santo Daime", o mais antigo, "Barquinha" e a "União do Vegetal (UDV)", entre várias outras denominações.

A Ayahuaska vem sendo utilizada há séculos por milhares de pessoas. Um tal período de ensaio excede em muito os padrões de estudos administrados para a aprovação de drogas e medicamentos. Na maioria das culturas amazônicas, até hoje, a Ayahuaska ocupa culturalmente um elevado conceito ao lado de outras Plantas Mestras (professoras ou Instrutoras), como o Wachuma (Cacto San Pedro).

Durante as últimas décadas, a literatura contemporânea, sócio-antropológica, farmacológica e popular debateu significativamente as diversas dimensões e uso da Ayahuaska, do ponto de vista cultural, químico, psicológico e espiritual.

A FARMACOLOGIA DA AYAHUASCA

O Jagube (Banisteriopsis caapi): As Betacarbolinas (Harmina, Harmalina e Tetra-hidroharmina) são extraídas do chá do Jagube (Banisteriopsis caapi). Isoladamente o chá do Jagube pode induzir efeitos psicoativos indiretos, mediados pela sua atividade inibidora sobre a Monamina Oxidase e conseqüente elevação dos níveis de serotonina no organismo. O surgimento de imagens tipicamente hipnagógicas e modificações do humor e das emoções são atribuídos à elevação dos níveis de serotonina no sistema nervoso central. Os efeitos purgativos e eméticos são mediados pelo efeito da serotonina no intestino.

A Chacrona (Psicotria viridis): A substância N-Dimethyltryptamine (DMT) está presente nas folhas da Chacrona (Psicotria viridis). O chá das folhas, ou as folhas, não são psicoativas quando ingeridas isoladamente devido à rápida destruição destes alcalóides pela Monoamina Oxidase (MAO), uma enzima naturalmente presente no organismo humano. A estrutura da DMT, como a de outros compostos psicodélicos, é bem semelhante à da serotonina (5-Hidroxitriptamina ou 5-HT),um importante neurotransmissor de modulação. A serotonina age naturalmente, desinibindo controles e processos reguladores no cérebro. Suponha-se que tanto o acréscimo dos níveis de serotonina (efeito do Mariri) como os da DMT afeta os neurônios serotonérgicos, promovendo uma hiperestimulação e modulação, que desencadeia um largo espectro de efeitos como liberação de emoções reprimidas, recordações de memórias esquecidas e geração de imagens.

USO MEDICINAL

Proporciona o rejuvenecimento da matéria, da mente e do espírito. Cura diversas enfermidades físicas, emocionais, mentais, psicológicas e espirituais. Alinha e expande os chakras e todos os corpos energéticos. Aumenta a auto-estima e o vigor físico, dando-nos mais energia para equilibrar e potencializar nossa fé, poder interior, intuição e saúde, dando-nos mais vontade de viver, resgatando nossa criança interior e partes importantes de nós, que ficaram presas no passado e abrindo a mediunidade em pessoas, que já possuem a pré-disposição para isso.

USO RITUAL

Proporciona a expansão da consciência direcionada à Luz, Cura, Sabedoria, ao Bem Maior e ao Poder Divino, desenvolvendo o valor e o bom senso de Grupo, Família e Organização. Levando o ser-humano a quebrar o falso-ego e perceber com clareza suas limitações, dependências, vícios, traumas, bloqueios, carências, mazelas e desajustes de cunho físico, emocional, mental e espiritual, dentro de sua realidade individual, familiar, social e coletiva.

EFEITO

Sensação de estar sonhando, porém, com uma voz interior guiando-nos através de nossas questões pessoais a serem curadas, transformadas e transmutadas. Sendo que cada pessoa possui uma experiência particular, pois as questões humanas e individuais de cada um é quem são revisadas, reanalizadas, reordenadas e reorganizadas, em um tipo de Tela Mental Plasmática, de onde se projetam imagens tridimensionais, sempre relacionadas às nossas questões a serem trabalhadas, no sentido de melhorar a qualidade de vida e saúde material, emocional, mental, psicológica e espiritual.

Seu efeito acaba desencadeando em algumas pessoas enjôo, tontura e o que chamamos de limpeza, um tipo de vômito, que nem sempre é orgânico, mas muitas vezes energético, de onde se eliminam os efeitos negativos das toxinas presentes no corpo físico e nos corpos sutis, das reflexões e transmutações emocionais e espirituais que seu efeito nos remete. A limpeza vai diminuindo à medida que a pessoa vai ingerindo Ayahuaska e participando dos rituais, onde as impurezas vão sendo eliminadas aos poucos e deixando a pessoa cada vez mais com a sensação de bem estar, purificação, proteção e saúde estável e equilibrada.




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